Depois da Marcha da Família, a bonança!

Ao contrário do que alguns derrotistas e infiltrados alardeiam a partir de dentro das fileiras da Marcha da Família e de outros veículos anti-marchistas, o saldo foi positivo. A Marcha da Família, com Deus e pela Liberdade, apesar da organização improvisada, fez aquilo a que se propôs: exercer o legítimo direito de Liberdade de Expressão política, sem se ater à (importante, mas não essencial) Guerra Cultural e partidária.

O patriota não se preocupa com o que a mídia vai falar nem com o que a maioria da massa alienada vai fazer, embora isto lhe custe um preço, por vezes, alto. O patriota é sincero, é bravo, é simples, vai para as ruas com o peito aberto. Nisso, até esquerdistas convictos se saem melhor do que muitos liberais covardes. O patriota não é como um pretenso cientista político de plantão nem pensa que, por ter devorado A Arte da Guerra (de Sun-Tzu) algumas vezes, já pode sair por ai a dar pitacos na política estratégica de uma nação como o Brasil. Cálculos estratégicos podem servir de muita coisa numa batalha, mas o que ganha a guerra é a presença de baionetas nas fuças do inimigo. A Política é ganha através de elementos-surpresa não raras vezes. E, quase sempre, essas vitórias são espetaculares. Não é coisa para medíocres!

A Marcha recebeu apoio de muitos militares, apesar de os liberais dizerem que não eram em grande número e os esquerdistas nos chamarem de golpistas. O que fizemos? Defendemos nosso direito de conclamar as Forças Armadas a intervirem como legítimas Guardiãs da Constituição. Inclusive aqueles que, por vezes, os liberais puxam o saco, como Jair Bolsonaro, apoiaram a Marcha.

Ao invés de ficarmos preocupados apenas com os cálculos toscos dos liberais em torno da propaganda e do custo-benefício do evento, fomos ao encontro do único e legítimo campo de batalhas na Política: as ruas, as praças, junto ao povo. Esses idiotas (liberais e libertários) que ficam apenas comentando notícias e descrevendo como o ovo sai da galinha, com ares de gênio político ou detetive de gibi, não têm nada mais com que contribuir para Política do que um comentarista esportivo poderia ajudar em uma partida de futebol. Jogar mesmo, em campo, é para aqueles que atrevem-se a tirar a bunda do sofá e fazer o que tem de ser feito. Na Grécia antiga, onde foi inventada a Política como a conhecemos hoje, não havia internet, nem cálculos. Havia, sim, o patriotismo, mesmo em Atenas durante o período da Academia.

Abaixo, fotos da Marcha da Família em São Paulo, enviadas pelos colaboradores José C. SoaresDenise. (Bem, acho que tinha bem mais que os 2 mil participantes que a mídia ridicularizou.)

A Marcha recebeu cobertura da mídia nacional e internacional, ainda que todos alegassem que se destinava à ridicularização do movimento. Sim, sabemos que a mídia mercenária esquerdista (e sionista, diga-se), vendida que está há muito tempo, nos encontrou ontem apenas para capitalizar em favor das mãos que os alimentam (que lhes enchem o cu de dinheiro público em cotas de propaganda estatal). Quiseram mostrar cenas de violência e balbúrdia, colocando-nos no mesmo patamar vergonhoso que as manifestações de massa do ano passado (tão bem organizadas por sindicatos e células black bloc), onde a população de bem foi enganada e utilizada como vetor para legitimar a arruaça comunistoide e fascista (sim, comunista e fascista, creiam-me!) em favor de uma maior intervenção do Estado inchado.

Porém, com a proteção do mesmo Deus que hoje a juventude brasileira, esquecendo-se convenientemente de suas raízes cristãs, se envergonhar de citar, conseguimos a simpatia e engajamento da Polícia Militar e de outros setores da reserva das Forças Armadas. Contamos com a colaboração abnegada de voluntários. Uns protestando, levando cartazes e faixas e outros materiais pagos com seu próprio dinheiro (sem verba de deputados do PSOL ou do PT, por exemplo), falando, animando a passeata, outros vigiando como seguranças para evitar a infiltração de black blocs e outros agentes inimigos, em colaboração com a Força Policial. De fato, houve essa infiltração de arruaceiros que, prontamente, foram expulsos do contingente da Marcha como cães sem dono (decerto, somente com seus 150 reais nos bolsos e sem vergonha na cara).

A classe dita politizada desse país é mais hipócrita do que o esperado. A Esquerda é vitimista e mercenária, porém atrevida e bem organizada. A “Direita” (direita da Esquerda) também é vitimista e mercenária (de sinais de patriotismo, sobra-lhes a falsa indignação de sofá), mas em nada organizada. Nem seus cálculos são coerentes.

É como se revivêssemos no Brasil o cenário do filme 300: de um lado, os Persas esquerdistas, a serviço de financiadores internacionais poderosos, cujas flechas midiáticas “cobrem o Sol”. De outro, duas facções: os “atenienses” da pseudo-direita, sempre superiores em ciência estéril, dados a negociações de ocasião e que lembram muito Coragem, o Cão Covarde, e; os “espartanos”, cuja única função legítima e aceita é defender a Pátria-Mãe com a própria Vida de seus soldados, para a preservação de seu bem maior, a Família “espartana”. Não obstante o menor número das “formigas” de nossa Marcha, elas trabalham em conjunto, sendo poucas ou muitas. Os liberais covardes são as “hienas” ridículas que esperam o “Elefante” esquerdista cair sob seu próprio peso, atacando somente em bandos numerosos e esperando para ridicularizar as “formigas” que dizem morrer em vão.

A mídia brasileira ontem teve de se contentar com seu conhecido método de ridicularização e difamação. Jogam contra a sociedade brasileira, e aquela gente libertária (liberdade, ah, essa palavra surrada!) faz coro só para tentar provar seu próprio dom de prestidigitação. E mais: tiveram de engolir a vergonha de noticiar a agressividade dos “neo-fascistas” apenas por manchetes com dizeres como “Fotógrafo é agredido por bengalada“. Tem coisa mais patética do que fazer matéria por causa de uma bengalada num vagabundo esquerdista?

Pois, que me respondam então por que a BBC de Londres, a título de exemplo, não usou do mesmo tom de chacota que eles, dando a devida importância e respeito à Marcha?

Essa é apenas a segunda Marcha pela Família. Outras virão, e muito mais por que estamos em ano de eleições e não deixaremos o PT no poder por mais um mandato sem que nos manifestemos livremente, a despeito do sussurro insidioso e vendilhão dos Liberais ou das calúnias costumeiras da Esquerda castrista.

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5 comments on “Depois da Marcha da Família, a bonança!

  1. PARABÉNS, JÚLIO, BRILHANTE COMENTÁRIO DA SITUAÇÃO ONDE OS “MAIS FORTES” TENTAM, HÁ MILÊNIOS, ENFRAQUECER OS “MAIS FRACOS”. OS “MAIS FRACOS”, SOB AS BENÇÃOS DE DEUS, SEMPRE VENCERÃO, PORQUE LUTAM POR DIREITOS NATURAIS E PELA UNIÃO DE TODOS. COMO DIZ NOSSA AMIGA ANA MARIA, QUE UMA PESSOA SOMADA A DEUS É MAIORIA. O QUE QUE DIZER ENTÃO DE MUITAS SOMADAS!!! É O SUCESSO ABSOLUTO! ABRAÇO FRATERNO E UMA SEMANA DE MUITA PAZ PRA SUA PESSOA E SUA FAMÍLIA!

  2. Gostei muito disso: “IMAGENS À LA CARTE, CRÔNICAS A PRONTA ENTREGA”. E gostei do resultado da marcha. Acho lamentável que as pessoas só valorizem volume e quantidade, e não o conceito e o propósito da marcha. Eu acredito que o recado foi dado.

    • Sim, exatamente. Costumo citar uma frase muito expressiva de uma amiga deste blog, que diz: “Quando Deus está com uma pessoa, esta sempre será maioria”. Mas, como eu disse, podemos fazer mais. Colocamos um bolo na forma para que cresça antes de deixá-lo para assar. 😉

      Obrigado, Márcia, e volte sempre! Um beijo!

      P. S.: Aquela frase que você citou no início, slogan do blog, é daquelas que saem mesmo em caráter “express”, do nada para a embalagem. kkkk

  3. Estive na marcha.Realmente,considero que atingiu seus objetivos.Os comunas estão tentando ridicularizá-la ? Ótimo,sinal que nós incomodamos essa raça miserável,afinal se deram ao trabalho de tentar nos desmoralizar.

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